RESTAURA, SENHOR, A NOSSA SORTE

Restaura, Senhor, a nossa sorte!
Marcadores: O Reino de Deus será comparado…
Salmo 126

Quando o SENHOR restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha.
Então, a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo; então, entre as nações se dizia: Grandes coisas o SENHOR tem feito por eles.
Com efeito, grandes coisas fez o SENHOR por nós; por isso, estamos alegres.
Restaura, SENHOR, a nossa sorte, como as correntes no Neguebe.
Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão.
Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes.

Durante a estação das chuvas ocorre algo muito especial com o deserto do Neguebe. Na Palestina as chuvas caem no período que vai do mês de outubro até o mês de abril, sendo que na segunda fase da estação caem as chuvas mais torrenciais. Com estas chuvas caindo na Palestina as águas gradativamente vem escorrendo pelos montes até atingirem o deserto do Neguebe que ficava na região mais baixa.

As águas abundantes formam vários riachos que regam o deserto e em poucos dias o lugar que antes era feio, solitário e sem vida ganha outro aspecto. Os campos tornam-se úmidos e floridos, cobertos pelo verde da vegetação que ali se desenvolve após a restauração do rio. Os animais retornam e a paisagem do ambiente torna-se linda.

O vídeo abaixo foi feito às margens do Neguebe no exato momento em que as águas retornam.

Fonte Blog Ovelha Magra

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JESUS RESSUSCITOU

JESUS RESSUSCITOU

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JOÃO 20.19-22
Jesus aparece aos discípulos
19 Naquele mesmo
domingo, à tarde, os
discípulos de Jesus
estavam reunidos de
portas trancadas, com
medo dos líderes
judeus. Então Jesus
chegou, ficou no meio deles e disse:— Que a paz esteja com vocês!
20 Em seguida lhes mostrou as suas mãos e o seu lado. E eles ficaram muito alegres ao verem o Senhor. 21 Então Jesus disse de novo:— Que a paz esteja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.
22 Depois soprou sobre eles e disse:— Recebam o Espírito Santo. 23 Se vocês perdoarem os pecados de alguém, esses pecados são perdoados; mas, se não perdoarem, eles não são perdoados.
Chegada pois a tarde daquele dia, domingo, “o domingo dos domingos”, então não era qualquer dia, no sentido real e momentâneo, esse dia era um dia de celebração, dia de festejar pois a noticia era de ressurreição!!!
Será que temos consciência de que dia estamos vivendo?
Pois isto fará toda a diferença para as nossa vidas, parece que assim como eles, digo os discípulos, nós também vivemos hoje como se nada tivesse acontecido, nosso reagir é de alguém que parece estar com medo, trata- se de uma postura de alguém que não tem conhecimento dos fatos reais.

No domingo da ressurreição Jesus se revela a eles, agora como se encontravam os discípulos?
” … estavam reunidos de portas trancadas, com medo dos líderes judeus”. (v.19)
Há uma grande controvérsia aqui, no dia da
morte da morte, os maiores interessados e beneficiados em que isso acontecesse se encontram com uma atitude totalmente contraria a realidade dos fatos.
De um lado “Está consumado”, a vitoria da Cruz, cumpriu-se a profecia, os nossos inimigos foram derrotados, vencida foi a morte, o diabo, morto foi o velho homem crucificado na Cruz, um novo homem se fez pelo poder da morte, toda a culpa foi perdoada pelo sangue derramado, sangue este imaculado, agora já não há condenação, o grande amor de Deus foi revelado aos homens através da entrega do seu único filho que morreu mas que também ressuscitou.
Por outro lado o quadro é de medo, portas estão trancadas, não somente as de madeira, mas sobre tudo as do coração dos discípulos estão trancadas para a verdade, para a verdade dos fatos, o medo que travava as suas ações, medo do que os homens de “poder” pudessem fazer, medo do poder que agora estava vencido, atitude esta infundada e insustentável, simplesmente pelo fato de que quem prometeu estava vivo e fora fiel para cumprir tudo que prometera.
Tão importante foi este momento que o apostolo Paulo disse escrevendo a Igreja de corintos que: ” 14 E, se Cristo não foi ressuscitado, nós não temos nada para anunciar, e vocês não têm nada para crer…” 17 “E, se Cristo não foi ressuscitado, a fé que vocês têm é uma ilusão, e vocês continuam perdidos nos seus pecados”. I Cor.15.14 e 17
A Igreja só existe por causa da ressurreição de Cristo, mais parece que a mesma ainda não acordou para esta realidade. Este é o dia que mudou a nossa história, então pergunto eu; é um dia para ficarmos trancados, amedrontados, omissos, acanhados ou é o dia para nós paramos o transito e colocarmos a Igreja na rua para declararmos que O nosso Redentor Vive!!!

É dia de alegria, de celebração, de dar brados de
vitoria e dizermos que o nosso Senhor é O Senhor
mesmo, porque Ele cumpriu o que prometera.
Mas a despeito destas boas noticias, os discípulos antagonicamente estão trancados com as portas fechadas com medo
dos judeus vivendo uma vida paralisada preza pelo medo.
Agora, vendo e analisando esta situação a despeito do que aconteceu em suas vidas, quem é que esta com a vida amarrada? Os do diabo ou os de Deus? Quem esta vivendo de maneira medíocre?
Trazendo isto para o nosso quotidiano, é exatamente isso que acontece na vida de muitos de nós, gente que não consegue se transformar naquele que ele é no coração de Deus. São pessoas que quando olham no espelho não gostam nada do que vêem, quando olham para sua história de vida lamentam terem vivido pois ela é a razão de estarem vivendo a vida que vivem hoje.
O Brasil hoje é conhecido como um país suicida onde 25 pessoas se suicidam diariamente, no planeta hoje a cada 0,30 Segundos uma pessoa se mata e quando uma pessoa dessa se mata, ela não quer matar a vida, mas ela quer matar a dor, ela quer matar o vazio interior, a sua insignificância, sua mediocridade e isto não é uma grito desesperado de desejo pela morte, mas um grito interior de desejo pela vida, é como cada uma destas pessoas estivessem nos dizendo “eu quero viver!!!”
E a despeito desta gente que chega ao extremo do desespero, e diga-se de passagem o suicídio não é um ato que brota no coração de uma pessoa da noite pro dia, pelo contrario, é processual, agente vai morrendo uma pouquinho a cada dia, um pouquinho a cada ano, ano após ano ela vai se deteriorando a cada instante, de maneira que ela morre antes da morte chegar de modo que quando ela se mata ela esta trazendo a verdade uma realidade já vivida ou não vivida…
Mais a despeito da qualidade de vida do medíocre, as noticias continuam as mesmas, JESUS RESSUSCITOU, porém parece que nada mudou, é uma desconexão existencial, a realidade é da ressurreição, a realidade é da vida, mas esta realidade não chegou a vida dos discípulos que estavam trancados e mediocrizados, e nós hoje podemos dizer que isso foi obra do diabo, mais a julgar pela realidade neste domingo não havia um demônio se quer que pudesse tentar prender os discípulos.
Na verdade o diabo nesta hora deve ter se lembrado de Gênesis 3.15:
15 Eu farei com que você e a mulher sejam inimigas uma da outra, e assim também serão inimigas a sua descendência e a descendência dela. Esta esmagará a sua cabeça, e você picará o calcanhar da descendência dela.
O que estava acontecendo com os discípulos não era ataque do diabo mas era potencial não desenvolvido, quem não desenvolve o seu potencial peca. E o que é isso? A resposta é simples, você poderia ser muito mais do que é, você poderia estar fazendo muito mais do que faz, você poderia estar abençoando as pessoas e glorificando a Deus muito mais, e isto é a sua realidade por que você esta retendo o seu potencial.
Quando eu tenho uma energia, um potencial e eu não gasto isto vira em uma energia negativa, ou seja ele se volta contra nós, os discípulos estavam vivendo a quem das suas possibilidades.
Existem forças dentro de nós que lutam para nos paralisar.
Agora antes de ver como combater estas forças, nos precisamos saber que elas são pra podermos usar as armas adequadas.
Exemplo. Do homem e o elefante…
3 FORÇAS QUE LUTAM DENTRO DE NÓS PARA TENTAR PARALISAR O NOSSO POTENCIAL
1. O MEDO
O medo é um terrível inimigo que pode acabar com o nosso potencial e diria mais com a nossa vida. O medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.

Medo é fé na derrota, exemplo. (Medo de barata) a pergunta lógica é: Que tipo de mal efetivo uma barata uma barata pode nos causar?
Fé na derrota é crer que se eu encarar eu perco, com medo de perder eu não encaro eu fujo.
Assim esta a vida de muitas pessoas, paralisadas por medo, o medo faz agente ser alguém que agente não é.
“Quem tenta pode até fracassar mas o maior fracasso é não tentar nunca”.
2- DESCENTRALIZAÇÃO
(v.19) … “Então Jesus chegou, ficou no meio
3- A ALIENAÇÃO
deles…”
Todas as vezes que Jesus não estiver no centro de toda a nossa vida, nossa tendência é o fracasso.
Tirou Jesus do centro, você para de viver e passa a existir, a coisa principal é fazer da coisa principal a coisa principal.
(v.19b e v. 20) … Que a paz esteja com vocês! 20 Em seguida lhes mostrou as suas mãos e o seu lado. E eles ficaram muito alegres ao verem o Senhor. 21 Então Jesus disse de novo:— Que a paz esteja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.
A palavra alienação tem várias definições: cessão de bens, transferência de domínio de
algo, perturbação mental, na qual se registra uma anulação da personalidade individual.

O CAMINHO DA CRUZ. SÉRIE FRASES

Um homem pode ser considerado amante da cruz apenas na medida em que Isso o capacita a ajustar as contas consigo, com os outros e com os poderes e as seduções do mundo. Sob a cruz, o homem alcança a hombridade[…] não há como compartilhar da glória do Senhor ressurreto se não no discipulado da cruz./>
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AS AFLIÇÕES DE CRISTO E O SERVIÇO

AS AFLIÇÕES DE CRISTO E O SERVIÇO

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Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja; 
Colossenses 1:24

Agora me alegro em meus sofrimentos por vocês, e completo no meu corpo o que resta das aflições de Cristo, em favor do seu corpo, que é a igreja. 
Colossenses 1:24

Meus filhos, novamente estou sofrendo dores de parto por sua causa, até que Cristo seja formado em vocês. 
Gálatas 4:19

 

O que é consagração?

É uma resposta ou uma reação para com Deus, em relação ao nosso entendimento espiritual de que fomos comprados para Ele; “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram.
E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”.
2 Coríntios 5:14-15

Consagração não é um ato que estritamente falando que parta de nós propriamente, mais trata- se de uma resposta que é fruto de um constrangimento ao seu grande amor.

Paulo disse, “ Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar do evangelho da graça de Deus”..Atos 20:24

Então como Paulo preenche ou completa o que resta das aflições de Cristo? Como e onde?

Na minha carne, na Igreja, a favor da Igreja.

As aflições de Cristo no refere à obra da Cruz, não requer nenhum tipo de sacrifício mais, nenhum sofrimento mais, este lagar o Nosso Senhor Jesus pisou sozinho.

Mas os sofrimentos, as aflições do mesmo Cristo em favor da Igreja, Ele chama cooperadores…

Os sofrimentos de Cristo que ainda falta completar agora são para a edificação da Igreja, e não para redenção da sua Igreja.

É preciso saber separar sofrimentos para Redenção, e sofrimentos para a Edificação, nosso Senhor Jesus redimiu a Igreja sozinho, mas para a edificação Ele chama cooperadores.

Em efésios2 Paulo diz que Jesus tomou este material para Ele nos redimindo (significa comprar de um mercado de escravos), para agora usá-los em favor da Igreja, agora em ICorintios 5 diz que nós somos cooperadores de Deus na sua obra.

Cada membro do corpo de Cristo é estritamente falando um cooperador para a lavoura, para o edifício de Cristo.

Significa dizer que estes cooperadores foram comprados, porém não estão prontos, precisam serem trabalhados, tratados por Deus para que agora em Cristo eles possam juntos servir para a edificação do corpo de Cristo.

Qual é o instrumento que Deus usa para preparar cooperadores para sua lavoura? “o trabalho da cruz”

  1. 1.            Nossa primeira maior necessidade neste contesto é pararmos de só falarmos sobre a cruz, de cantarmos sobre a cruz e vivermos no caminho da cruz

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A grande pergunta é, quem vai cooperar? Porque nossa preocupação maior hoje é com a vida, (Cristo é nossa vida), em IICor. 4 diz qual é o caminho da vida, De modo que em nós atua a morte; mas em vocês, a vida”. 2 Coríntios 4:12, em nós quem?, em Paulo, e nos cooperadores. Nos temos uma mentalidade de teologia da prosperidade, de vida abundante, de vida fácil, porem a relação que Paulo passa a mostrar começa assim: “De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados;
somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. 2 Coríntios 4:8-9

E Ele termina dizendo: “Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo.
Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal. 2 Coríntios 4:10-11

Em João 12 esta escrito; “Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto”.João 12:24

Qual é a maior falta hoje na Igreja? Falta de vida? Não! é falta de morte, para que haja muito fruto. Hoje muitos estão mais preocupados com seus próprios interesses, e não estão preparados, nem dispostos a morrer.

Quem de nós ira morrer, ou qual de nós?

O principio espiritual é que se não morrer fica ele só, isto é um principio inexaurível, sabe por que muitas vezes não há unidade em sua casa, na Igreja? Porque muitos estão só, não morrem, estes esperam sempre que o outro mude, que o outro morra. Quando morremos periodicamente experimentamos a verdadeira comunhão.

Morremos no sentido de conhecer e aceitar o caminho da cruz, o de não viver mais para si mesmo.

Ageu cap 1 e 2, vamos ler:

“Provoquei uma seca nos campos e nos montes, que atingiu o trigo, o vinho, o azeite e tudo mais que a terra produz, e também os homens e o gado. O trabalho das mãos de vocês foi prejudicado”. Ageu 1:11

Notem que aqui diz que foi o Senhor que fez isso, não foi o diabo, mais o Senhor por causa da atitude do povo.

O Senhor atingiu o trigo ou cereal, o vinho, o azeite e tudo mais…, mais em evidencia estes três elementos.

No salmos 104.15 está a interpretação destes elementos; “o vinho, que alegra o coração do homem; o azeite, que faz brilhar o rosto, e o pão que sustenta o seu vigor”. 
Salmos 104:15

  1. 2.            Se não atentarmos para o serviço da casa de Deus, Ele mesmo faz vir sobre nós a falta de Pão, a falta de vigor espiritual.

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Tornamos-nos uma igreja sem força, raquítica, magrela, sem Pão, por que estamos ocupados com os nossos interesses.

O Senhor diz não é o diabo que esta provocando seca entre vós, mas sou Eu que faço isso, até que a vossa atitude mude.

  1. 3.            O SEGUNDO ELEMENTO É O VINHO, QUE SIGUINIFICA O GOZO, A ALEGRIA, SE NÃO ATENTARMOS PARA O NOSSO SERVIÇO O SENHOR TIRA DE NÓS A ALEGRIA.

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Charles lakitoshe disse a seguinte frase; “talvez a coisa que mais impeça que as pessoas do mundo sejam atraídas pela Igreja é a sua face, ou seja, a face daqueles que estão dentro da Igreja”

Falta- nos alegria espiritual, e alegria espiritual não é emoção, alegria também não é um dom espiritual, mais segundo Galatas 5, ela é um fruto espiritual, e fruto é resultado de trabalho, de cultivo, é uma marca de maturidade espiritual.

Filipenses 4.10-13

“Alegro-me grandemente no Senhor, porque finalmente vocês renovaram o seu interesse por mim”. De fato, vocês já se interessavam, mas não tinham oportunidade para demonstrá-lo.
Não estou dizendo isso porque esteja necessitado,
pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância.
Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.

Tudo posso naquele que me fortalece”. Filipenses 4:10-13

Isto é verdadeira alegria espiritual, não vem de vós, mais vem Daquele que nos fortalece, Ele é quem nos dá alegria sem depender de nós, agora eu preciso aprender isso.

Alegria faz parte da vida daqueles que conhecem o caminho da cruz e estão possuídos por esta característica que é fruto, produto do Espírito Santo em nós.

A falta de alegria produz em nós murmuração…

Estritamente falando, nós não temos a alegria, mas é a alegria que nos tem, pois alegria não é uma coisa mais é uma Pessoa, é Cristo em nós…

Paulo descobriu que no Senhor os seus recursos são inesgotáveis e que Nele o meu descanso é real.

  1. 4.            O ULTIMO ELEMENTO FALA DO AZEITE, QUE É INTERPRETADO PELO BRILHO NO ROSTO, ISTO FALA DO NOSSO TESTEMUNHO, O SENHOR FAZ SECAR O NOSSO TESTEMUNHO EM CRISTO.

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Então quando nós não estamos preocupados com a casa de Deus, levando sempre o morrer de Cristo, Ele faz vir sobre nós a falta de azeite, a falta do brilho, o nosso testemunho se torna pequeno, não substancial, inoperante, fraco, inconstante, sem unção.

Resumindo, Deus nos faz perder vigor espiritual, o gozo e o testemunho. Uma congregação sem vigor, sem gozo, alegria, e sem testemunho, não é uma congregação, é um clube, um amontoado de pessoas que estão preocupadas com seus interesses e que se reúnem por obrigação, tudo é pesado, tudo é difícil, tudo é questionável, tudo é inconstante.

Ninguém está disposto a levar o sofrimento, o morrer no seu corpo para a edificação do Corpo que é a igreja…

A bíblia diz que nos somos casa de Deus, o texto de Ageu no cap. 2.9 diz que a gloria da segunda casa será maior do que a primeira. que seja assim para a Glória do Pai.

Amém…

Wagner de Salles

 

 

Siga a orientacao de Deus no deserto

Siga a orientação de Deus no deserto
Crise é uma encruzilhada, uma bifurcação na rota da vida. Podemos fazer dela uma porta para os horizontes largos do triunfo ou podemos descer por meio dela aos valores mais sombrios do fracasso. A crise pode ser a porta da esperança ou o calabouço do desespero. A crise eleva alguns e abate outros. A diferença entre o vencedor e o perdedor não está na crise, mas em como cada um enfrenta. A grandeza de um homem está no fato de que, quando todos estão colocando o pé na estrada do fracasso ele vislumbra o chão do progresso. O vencedor é um visionário. Ele vê o que ninguém consegue contemplar. Enxerga por sobre os ombros dos gigantes. Quando todos estão mergulhados no problema, ele está contemplando a solução.

Aquele que triunfa diante das dificuldades nunca é unanimidade. A unanimidade é burra. Ela sempre capitula diante das crises. Todo o arraial de Israel chorou, desesperado, com medo de lutar contra os gigantes e também de não tomar posse da terra prometida. Somente Josué e Calebe tiveram uma visão otimista. Todo o povo pereceu no deserto; só os dois visionários entraram na terra que manava leite e mel.

Durante quarenta dias, de manhã e à tarde, os exércitos de Israel ouviram as afrontas do gigante Golias e, empapuçados de medo, bateram em retirada covardemente. Davi, como voz solitária, dispôs-se a enfrentar o gigante. Mesmo tendo de suportar o escárnio do seu irmão Eliabe e a incredulidade do rei Saul, ele fez o gigante dobrar-se diante da sua coragem, triunfando sobre o herói dos filisteus. Davi derrubou o gigante e o matou. Mais tarde, o mesmo Davi viveu outra situação dramática. Ziclague, sua cidade refúgio, tinha sido saqueada e incendiada pelos amalequitas. Seus bens foram roubados; suas mulheres, seus filhos e suas filhas foram levados cativos. O mesmo aconteceu com os seus seiscentos homens de confiança. Quando Davi e seus soldados chegaram e viram a cidade debaixo de escombros e ainda fumegante, os homens se revoltaram contra Davi e quiseram apedrejá-lo. Além da perda pessoal, Davi ainda enfrentou a ira daqueles que lutavam ao seu lado. Ele chorou e angustiou-se enquanto os amalequitas festejavam com os ricos espólios. No meio dessa crise avassaladora, Davi emergiu com um arroubo de solitária esperança; ele se reanimou no Senhor seu Deus e começou a orar pedindo a direção divina. Levantou-se da oração e, sob a orientação de Deus, empunhou bravamente as armas e liderou seus homens em vitorioso combate. Tomou de volta tudo aquilo que o inimigo havia saqueado. Saiu da crise mais fortalecido, fazendo dela uma ponte para vitórias mais retumbantes.

Isaque também enfrentando uma crise, que não é pequena. A fome assola sua terra. Seu país vive o drama do empobrecimento coletivo. A esperança do povo está morta. Os sonhos destruídos. Há uma inquietação no ar, um rumor entre as famílias. O gado geme de fome. O útero fecundo da terra parece estéril. As sementes que nela são depositadas perecem antes mesmo de dar aceno de vida. A seca, assassina de sonhos, prevalece em seu país. A chuva é retida. O sol castiga. Os agricultores não se aventuram a depositar no ventre da terra a semente da esperança. Reina um desespero generalizado. As fontes estão secando. Os ribeiros estão se tornando leitos de morte e não condutores de vida. As cabras montesinas bramam, sedentas. O povo aflito vê a despensa se esvaziando e as crianças gemendo e clamando por pão. Aquele estava sendo um tempo amargo, de fome, de escassez, de vacas magras, recessão, desequilíbrio, desemprego, contenção drástica de despesas.

O que fazer na hora em que você se vê encurralado pela crise?

 Que decisão tomar quando todas as estradas de escape parecem cheias de barricadas? Muitos nessa hora perdem a cabeça, cometendo grandes loucuras. Outros se revoltam contra Deus, culpando-o por todas as desventuras. Alguns, petrificados, assistem passivos à dolorosa marcha da crise, aceitando inertes a decretação da derrota. Isaque, porém, não ficou parado, assistindo passivamente o agravamento da situação. Ele se mexeu. Não ficou lamentando, queixoso, os reveses da vida. Ele saiu, se moveu. Fez alguma coisa. Seu problema não era simples. Era uma questão vital. Não havia água. Tratava-se de uma questão de sobrevivência, de vida ou morte. Talvez, enquanto lê estas páginas iniciais, você se dê conta de que também está enfrentando um problema aparentemente insolúvel. É o casamento que virou um deserto, de onde só brotam os cactos venenosos da amargura. E o diálogo com os filhos que secou, como a terra de Isaque. É o salário que está minguando como os ribeiros em tempo de seca. E a saúde que está ameaçada por uma doença implacável. É a empresa que está emperrada e não consegue deslanchar. É o sonho de entrar na universidade que está cada vez mais distante. É a decepção de um amor não correspondido. Pode ser que, como Isaque, todas as noites você olhe para o horizonte na esperança de ver a chegada de uma chuva restauradora que faça reverdecer o deserto da sua vida. É possível que você já tenha semeado várias vezes no solo tórrido e seco da sua família, vendo, com tristeza, todas as sementes mirrarem no útero da terra. Ou tenha investido toda a sua esperança em um negócio, mas a chuva da prosperidade foi retida e a safra de seus investimentos perdida. Quem sabe você tenha recebido um diagnóstico sombrio do seu médico dizendo que a medicina não lhe oferece nenhuma esperança de cura. Talvez alguém amado do seu coração esteja enfrentando uma grave enfermidade e aos poucos você vê essa pessoa escapando dos seus braços.

No ano 2000 passei por lutas tremendas. Meu irmão Laurentino foi acometido por um câncer devastador no pulmão e na coluna. Ele sentia dores terríveis que nem mesmo morfina conseguia aplacar. Seu corpo foi serrado pela doença depois de uma luta audaciosa. No dia 25 de fevereiro ele fez sua última viagem, rumo à eternidade. Vinte e um dias depois, quando meu coração ainda curtia a dor dessa separação, fui surpreendido pela morte súbita de Gelson, meu irmão primogênito, vitimando por um infarto fulminante. Não é fácil lidar com a dor. Nossos sonhos chocam-se contra muralhas de concreto. Nossos planos escorrem como água. Nossas previsões entram em colapso. Estamos no meio do deserto, onde nosso olhar se perde em miragens enganadoras, onde nossos passos cambaleantes parecem claudicar, onde a morte procura dar a última palavra.

O grande perigo na encruzilhada da crise é tomar a direção errada. Isaque queria ir para o Egito, lugar de fartura, riqueza e segurança. Ele foi tentado a buscar uma solução rápida, fácil e indolor. Isaque queria fugir da crise, não enfrentá-la. É mais fácil botar a mochila nas costas e ser um peregrino em terra estranha do que semear no deserto. É mais fácil botar a mochila nas costas e ser um peregrino em terra estranha do que semear no deserto. Poucos são os que se dispõem a enfrentar e a vencer os gigantes da crise. Poucos são os que agarraram os problemas pelo pescoço e triunfam na hora das dificuldades. Só os desbravadores, os idealistas e os sonhadores destemidos conseguem prosperar no deserto. O pessimismo é uma doença contagiosa. O ar está poluído por uma densa nuvem de descrença. A mídia despeja todos os dias no porão da nossa mente cansada uma enxurrada de informações arrancadas dos abismos mais profundos das tragédias humanas. Os arautos do caos embocam suas trombetas. Os profetas do pessimismo se multiplicam aos milhares. A cada dia vemos o coro dos céticos engrossando suas fileiras.

Nesse tempo pardacento, em que a crise se instalou em todos os seguimentos da sociedade, desde os palácios dos governos até a choupana mais pobre, é mister que alguém se levante para enfrentar a crise com galhardia. É no vácuo da crise que os grandes líderes são formados. Os carvalhos resistem às grandes tempestades. A crise pode tirar a cera dos ouvidos da alma. A crise pode ser uma janela aberta do céu. A crise do homem pode ser o tempo oportuno de Deus.

Hagar perambulava no deserto com seu filho Ismael. Com a mochila nas costas deixaram para trás as marcas profundas do desprezo. O cantil estava vazio. A sede perversa os agredia implacavelmente. O deserto abrasador se impunha à sua frente. Estavam sem rumo, sem direção com sede e sem água. Hagar pensou ter chegado ao fim da linha. Seu filho, desidratado, sem forças já não conseguia mais caminhar. Todas as esperanças de sobrevivência estavam sepultadas naquele terrível deserto. Não suportando mais ver o sofrimento agônico do filho, Hagar o colocou perto de um arbusto e afastou-se para chorar. Era o fim. A crise tinha chegado ao seu apogeu. Nada mais restava se não a morte iminente. Contudo, quando todos os recursos de Hagar se esgotaram, do céu soou uma voz de esperança. No silêncio do deserto abrasador Deus abriu uma fonte de água que começou a jorrar. Hagar e Ismael puderam beber a largos sorvos. Um milagre aconteceu no deserto da crise. A crise foi um divisor de águas na vida deles. Foi ali que eles ouviram a voz de Deus, e sua vida foi mudada para sempre.

É no fragor da crise que ouvimos a voz de Deus: “Não desça ao Egito”. O Egito foi palco de perigo para Abraão, o pai de Isaque. Deus exortou-o recusar a imediata abundância do Egito por bênçãos invisíveis (Gn 26.3) e mais remotas (Gn 26.3,4). Muitas pessoas fracassam na vida exatamente porque na crise deixam de atender à voz de Deus e descem para o Egito, onde negociam seus valores absolutos, transigem com suas consciências e tapam os ouvidos para não atenderem à voz de Deus. Trocam as bênçãos eternas pelas vantagens terrenas. Trocam as venturas do céu pelos prazeres transitórios do pecado. O neto de Isaque, José, foi tentado no Egito a cair nos braços de uma mulher sedutora. Era a sua patroa, tinha direitos sobre ele e devia ser uma mulher elegante e atraente. Ela pôs os olhos em José e todos os dias tentava levá-lo para a cama. José era jovem, bonito e inteligente. Longe do pai e dos irmãos, vivia a plenitude de seu vigor físico. Estava em um país muito distante das pessoas que conheciam os seus valores morais. Depois que todas as armas da sedução foram usadas, a mulher de Potifar usou a força e enganou José. O palco para a queda desse jovem hebreu estava montado. Mas ele fugiu dos braços da sedutora. Preferiu a privação do cárcere à liberdade do adultério. Preferiu sofrer as consequências como inocente a ser honrado como culpado. Preferiu ouvir a voz de Deus à de uma mulher com cheiro de pecado.

Devemos estar com os ouvidos atentos aos tempos da crise. É justamente nesses períodos que temos as maiores experiências com Deus.
Quando todas as soluções da Terra entram em colapso, o céu aponta o rumo a seguir. O trono de Deus não enfrenta crise. Os propósitos de Deus não podem ser frustrados. As catástrofes da história não desestabilizam o governo de Deus. As tragédias humanas não fazem sucumbir os planos divinos. Os problemas que vivemos são instrumentos pedagógicos para nos aperfeiçoar em santidade, e não fatos acionados pela mão do acaso para nos destruir.

Quando os discípulos de Cristo atravessaram o mar da Galileia, por ordem do próprio Senhor, enfrentaram uma súbita e terrível tempestade. Durante várias horas travaram uma luta renhida para não serem tragados pelo temporal. Só na quarta vigília da noite Jesus foi ao encontro deles. Jesus, porém, apareceu de forma estranha e misteriosa: andando por sobre as ondas. O que o Senhor queria mostrar aos discípulos é que os problemas que conspiravam contra eles estavam literalmente debaixo dos seus pés. Aquilo que nos ameaça está rigorosamente sob o controle soberano de Cristo. A crise chega não para nos destruir, mas para nos colocar mais perto de Cristo. Ao ver o mar sossegando, os discípulos ficaram admirados e adoraram ao Senhor. Os ventos da crise sibilam para que o trigal de Deus se dobre. Só o joio não se curva. A mesma crise que levanta uns abate outros
 
Pr. Hernandes Dias Lopes

Quando Nos Sentimos Sós Por Robert J. Tamasy

Quando Nos Sentimos Sós

Por Robert J. Tamasy

 

 

 

Jamais esquecerei minha primeira viagem a Europa! Como ia participar da Convenção Mundial do CBMC, em Rothenburg ob der Tauber, Alemanha, fiz arranjos para viajar uma semana antes e juntar-me em Budapeste aos meus tios, viajantes experientes. Estava entusiasmado para ver o país onde nasceram meus avós e visitar Giessen, Alemanha, onde nasci quando meu pai servia ao exército americano.

O voo de Atlanta decorreu sem incidentes. Mas quando aterrissamos em Stuttgart, Alemanha, o piloto avisou que o avião estava com problemas mecânicos e não poderia seguir a Budapeste. Os passageiros seriam levados a Frankfurt, a fim de conseguirem um voo alternativo.

Nunca me senti tão só! No ônibus para Frankfurt, ouvindo as pessoas conversar animadamente em alemão, eu mal entendia uma palavra. “Como vou saber de que modo conseguirei voo para Budapeste?”, pensei. “E como meu tio vai saber quando eu desembarcar? E se ele não estiver lá, o que farei? Também não falo húngaro!”

Como pode imaginar, essa primeira experiência internacional me encheu de ansiedade. Ao final, todas as minhas preocupações foram solucionadas. Aproximei-me de outros viajantes que falavam inglês e recebemos instruções sobre nossa conexão. Quando cheguei a Budapeste, meu tio, americano que falava fluentemente húngaro me esperava, embora eu tenha chegado com várias horas de atraso.

Você já experimentou algo assim? Talvez você tenha estado em meio a um grande projeto e sentiu-se isolado, sozinho,
sem ninguém a quem pedir ajuda. Ou pode ter lutado com alguma difícil questão pessoal sozinho, como turbulência no casamento, filho seriamente doente, delicados problemas financeiros ou crise na carreira. Como você se sentiu?

Aprendi que a Bíblia oferece animadoras propostas sobre o que devemos fazer em momentos de “total solidão”:

Nunca estamos sós. Podemos estar em uma multidão de milhares de pessoas e, ainda assim, nos sentirmos sós. Podemos não ver um só rosto familiar, mas Deus promete estar com Seus seguidores, onde quer que estejam. “Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a Minha mão direita vitoriosa” (Isaías 41.10).

Deus jamais nos abandona. Durante nossa vida, inevitavelmente nos confrontaremos com incertezas, às vezes com momentos aterradores. Mas Deus promete permanecer com Seus filhos, não importando as circunstâncias. “Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados… O Senhor, o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará” (Deuteronômio 31.6).

Não escapamos de Deus. Há um ditado que diz: “Você pode fugir, mas não pode se esconder”. A Bíblia diz que isso é verdadeiro em relação a Deus. Podemos estar perdidos numa grande cidade desconhecida, sozinhos em um quarto de hotel ou em nossa mesa de trabalho, sentindo-nos sobrecarregados. Não importa onde: Deus promete estar ali conosco! “Para onde me irei do Teu Espírito? Para onde fugirei da Tua face? Se eu subir ao céu, Tu aí estás; se fizer nas profundezas a minha cama,Tu ali também estás” (Salmos 139.7-8).

O MELHOR DA VIDA…

O MELHOR DA VIDA…

 

 

“Viver é aprender”

Aprender o que, e de que?

É bem verdade que ela da vida nos oportuniza

Do acaso as mais variáveis reações

Das provocações as iras,

Dos silêncios os ecos

Do que se esperavam desilusões

Do que não se esperava canções

A verdade é que a vida é uma professora audaz

Disciplinadora contumaz solicita e ferrenha

A piedade e o perdão passam de largo

Quando o assunto é sofrer as consequências

Acordar pra ela e saber reconhecer…

O quanto é bom conhecer valores fora da cartilha…

Sobretudo ter humildade pra voltar a aprender…

A sonhar, a viver o seu melhor na vida.

 

Wagner Salles julho de 2012