EXPERIMENTANDO MAIS DE CRISTO


EXPERIMENTANDO MAIS DE CRISTO


…até que Cristo seja formado em vós…Gal 4:19

Deus quer se formar em nós e não quer que nos guiemos por mais nada no mundo nem que sejamos movidos pelas circunstâncias. Seu plano de nos conquistar para Ele nos permite que estejamos no mundo, mas numa outra esfera, onde não podemos ser tocados pelas circunstâncias do mundo.

O convite nos leva a uma outra região, quando cremos Deus envia a provisão para dentro de cada um. O Pai libera tudo em Cristo de forma inenarrável e o Senhor fazendo-nos entender que a circunstância não pode nos tocar independente do tamanho da tribulação ou seu grau de dificuldade. Desemprego, desilusões, brigas familiares… nada disso é maior.

Quando Paulo disse nada poderá nos separar do amor de Deus (Rom 8:39)Paulo já tinha experimentado de algumas coisas e já tinha experimentado de Cristo. A suficiência do Cordeiro se tornou maior que as dificuldades. 

Hoje vejo que não devemos nos preocupar em falar muitas coisas mas sim pedir ao Senhor para revelar mais, experimentar mais de Cristo. Confesso que particularmente preciso experimentar mais de Cristo. Ainda preciso crescer para que essas “outras coisas” não sejam importantes como acho que são.
Eu preciso que o Senhor me convença que essas outras coisas não são mais importantes do que Ele é para mim, preciso ser convencido por Ele. Dependo do Senhor me convencer um pouco mais do que Ele é e já liberou e está dentro de mim, pois eu já cri. Às vezes a gente quer conhecer mais, mas não consegue agarrar o que conhece, tomar posse para nós.

É como a esposa que o rei tinha antes de Ester. O rei tinha dado toda a provisão para ela (esposa anterior a Ester), tudo que ela tinha era dele e vice-versa. Porém ela por estar recebendo tudo o que o rei tinha começou a fazer uma festa e esqueceu que tudo que havia conquistado era o rei que tinha dado a ela, mas ela desprezou o rei e ficou na festa.

Por vezes esquecemos que temos um Rei que está nos convidando a se alimentar, experimentar dEle, mas ainda nos prendemos aquilo que o Rei dá e esquecemos do próprio Rei.

O que aconteceu na história? O rei precisou excluir aquela esposa e escolher outra. Por vezes nos prendemos a algo mínimo e aquele pouco que temos foi Ele mesmo que liberou e que fora dEle não tem provisão, fora dEle não tem paz, não tem felicidade porque Ele é tudo isso.

Que Ele mesmo revele tudo isto para nós, que Ele é a nossa paz, nossa alegria. Que o Senhor nos ajude nesses dias a revelar isto para nós e que um dia possamos estar igual a viúva com o filho morto onde o profeta pergunta se está tudo bem e ela responde que sim.

Aquela mulher tinha experimentado algo além dela, era o Senhor e é isso que precisamos experimentar também.

Precisamos que Jesus dê mais disto para nós, que convença-nos que mesmo no deserto Ele é todo nosso suprimento. Ele vai estar em cada momento nas situações mais estranhas possíveis te fazendo estar em paz, pois só nEle podemos estar bem onde não há nada em que nos segurar.

No Salmo 84:5,6 diz

 “Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados… passando pelo vale de baca, faz dele um manancial
É uma passagem que nos identificamos muito, ela não tem coerência na razão humana pois é impossível para alguém sendo espremido ver que aquilo é uma benção! Jessie Penn-Lewis resume bem o contexto e explica bem o sentido da passagem:

“As palavras ‘Salmo dos filhos de Core’ são igualmente instrutivas, porque o termo ‘Coré’ é mais ou menos o equivalente da nossa palavra ‘Calvário’, o lugar da caveira. Espiritualmente, portanto, esses ‘filhos de Coré’ podem ser chamados de filhos da cruz. Alguns dos antigos liam assim essas palavras(…). Resumindo este ponto pode-se dizer que este Salmo foi escrito para uso dos ‘filhos da cruz’ que estão passando pelo lagar no vale de Baça.
Um salmo para o vale de Baça! Um Salmo para ser cantado no lagar! Só os ‘filhos da cruz’ podem cantar no lagar, pois só eles conhecem os segredos dos caminhos de Deus: que da morte surge a vida; do sofrimento alegria, alegria celestial; do nada, a própria plenitude de Deus.”

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